Fabio Costa: o goleiro kamikaze

Metade goleiro e metade voadora, Fabio Costa elevou à potência máxima a saída do gol.

Rumo aos pés do atacante, a ideia de fechar o ângulo se perdia num arroubo de desespero e violência.

Ambas as pernas em riste, travas bastante visíveis, braços agitados, um foco: o atacante que vinha.

Era assim que Fabio reagia às situações de jogo que o obrigavam a sair de sua zona de conforto, aquela onde a grama não cresce.

Mais uma cria do Vitória, teve uma carreira de destaque, chegou até a ser convocado para a Seleção.

Ganhou o Brasileiro de 2005 (aquele mandraque) pegando tudo lá atrás, e provavelmente dando um pouco de respaldo moral àquele time de meninos do Timão.

Sua carreira acabou um pouco depois do fim do futebol, após anos de ostracismo, treinando separado, correndo sozinho em volta dos campos de treino da Vila Belmiro.

Sem atacante nenhum pela frente.

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