Portuguesa era grande e estourava rojão para pênalti perdido

Na iminência do Canindé ser vendido, demolido, arrendado, ou simplesmente virar pasto para o gado da churrascaria que tem na frente do estádio, o UOL incluiu en passant nesta matéria sobre histórias do Canindé a seguinte passagem:

“Portuguesa e Cruzeiro faziam o segundo jogo da melhor de três pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1998. No final do primeiro tempo, o jogo estava empatado por 1 a 1 quando foi assinalado um pênalti a favor do time paulista. Leandro Amaral bateu forte, mas Dida defendeu. O problema é que um funcionário do clube já havia acendido uma bateria de rojões, que estouraram por cerca de 3 minutos.”

O YouTube não deixa o UOL mentir. No vídeo acima dá pra ouvir os fogos do pênalti, roubadíssimo, por sinal! A Lusa e seu apito amigo… Arnaldo Cezar Coelho ficou puto com a simulação. Era o começo do fim do futebol moleque.

A magia dessa semi-final está contada neste post.

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